Quem sou eu

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sou os livros que quero ler, as músicas que quero aprender,O tudo bem, tudo certo, tudo tranqüilo, ta bom pra mim que faz chatear quem mais amo.A confiança descarada.Choro demais. Sou ridícula. Sou as recordações de quando eu não sabia de nada. Sou a consciência de que o mundo é grande e somos muito pequenos. Que ainda tenho todo esse mundo para aprender e querer. Sou as noites mal dormidas. Sou a pizza da padaria com sonho de chocolate.A inquieta mais acalmada. Sou a lembrança do primeiro abraço do ano.Sou o "danger" tão falado e o "free" tão singelo.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Indignações.

Hoje eu fui à praia. Na barraca do lado eu escutei duas mulheres conversando e uma comentou ''nossa coitada, ela foi usada por aquele cafageste''. Pelo visto a coitada em questão financiou um malandro, e pelo tom do comentário, ela havia sido usada do pior sentido. Sinceramente, não acho que ela seja coitadinha não. Porque primeiramente pra alguém usar a outra pessoa alguma coisa essa mesma tem que ter permitido. Ninguém entra na tua casa, mora lá por um tempo, faz tudo o que quer sem você ter permitido. Todo mundo sabe onde está se metendo, ninguém é totalmente inocente.
E quando chegado da pria liguei a tv e estava dando um jornal, parei pra assistir. Lá dizia na legenda ''Padrasto mata o enteado de um ano e meio''. E nessa mesma reportagem passava a mãe da criança indignada pela agressão até a morte. Não estou aqui para culpa ninguém, nem mesmo a mãe da criança. Mas uma parcela de culpa essa mãe tem. Como que se coloca uma pessoa que mal conhece dentro da tua casa e confia a ela os cuidados de teu filho? Acho indispensável que se conheça a pessoa ates que se coloque-a dentro de casa. Eu fiquei indignada quando vi a reportagem, porque lá relatava que o menino foi espancado até a morte. obs.: Ele só tinha um ano e meio.
Enfim, têm coisas no mundo que eu acho um absurdo. Mas cabe a cada um de nós escolher aonde vai se meter. Confiança de mais ocasiona nisso, em apenas decepções.

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